Kit frente
a zona de impacto
A parte que recebe pedrisco. É por onde quase todo mundo começa.
- Parachoque dianteiro inteiro
- Faixa dianteira do capô
- Faixa dianteira dos para-lamas
- Retrovisores
PPF · Proteção de Pintura
Película transparente aplicada sobre a lataria. Ela recebe o pedrisco, o galho e a marca de lavagem no lugar da tinta — e risco leve fecha sozinho com o calor.
O que está em jogo
Painel, banco, farol, vidro, roda: tudo no carro tem peça de reposição. Você troca, fica igual, ninguém percebe. Pintura não funciona assim — pintura se repinta. E repintura é a primeira coisa que qualquer avaliador procura.
O problema é que a pintura de fábrica é fina, e o que ataca ela todo dia não é acidente. É pedrisco de rodovia, galho de estacionamento, inseto, dejeto de pássaro e a teia de microrriscos que a lavagem deixa. Nada disso é grave sozinho. Somado em três anos, é o que tira o brilho de um carro que ainda é novo.
O PPF resolve isso do jeito mais direto possível: coloca uma camada na frente pra se gastar no lugar da tinta. São 185 micrômetros de filme transparente que recebem o impacto primeiro. Quando o filme sai, a pintura embaixo está como saiu da fábrica.
Desempenho
Índices declarados pelo fabricante do filme e medidos por linha. Na avaliação a gente diz o número da linha indicada pro seu caso, não o do catálogo inteiro.
Por que PPF
Rodovia joga pedra na dianteira o tempo todo. O filme tem 185 micrômetros e alonga mais de 280% antes de romper: ele estica e absorve em vez de deixar a tinta lascar.
A camada de cima é autorregenerativa. Teia de lavagem, arranhão de unha na maçaneta e marca de roçado somem com o sol. Risco que atravessou o filme, não — e a gente prefere dizer isso antes.
A linha transparente deixa passar mais de 90% da luz e trabalha com haze abaixo de 0,80. O que se vê é a pintura de fábrica, com o mesmo brilho. De longe ou de perto, não se enxerga filme.
Dejeto de pássaro e resina de árvore são ácidos e marcam pintura exposta em poucas horas de sol. Sobre o filme, o ataque acontece nele. Quanto antes sair melhor, com PPF ou sem — só que aqui o prejuízo não é na tinta.
Mais de 90% do ultravioleta fica no filme, e é o UV que oxida e desbota. Quando o PPF for removido, a área protegida está mais preservada que o resto do carro.
O filme sai. Remoção com calor, feita por aplicador, sem levar a pintura junto. Proteger o carro não vira decisão definitiva — que é exatamente o contrário de repintar.
A camada de cima
A superfície do filme é elástica e tem memória de forma. Quando um risco leve a deforma, o calor faz o material voltar ao lugar de onde saiu — e a marca fecha.
Na prática quem resolve é o sol do meio-dia, ou a água morna da lavagem. É o que dá conta do tipo de marca que mais aparece em carro cuidado: a teia de microrriscos que a lavagem deixa, o arranhão de unha em volta da maçaneta, a marca de quem encostou uma sacola no para-choque.
O que não fecha é risco que atravessou o filme. Se a chave, o meio-fio ou o galho passaram da camada de cima, o filme fez o trabalho dele — recebeu no lugar da pintura —, mas a marca fica. Nesse caso a peça de filme se refaz sem ninguém encostar na tinta.
Cobertura
Não existe resposta única, e ela depende menos do carro do que de onde ele roda. Quem faz rodovia toda semana castiga a frente. Quem estaciona na rua todo dia castiga a lateral e a soleira. A cobertura se monta em cima disso — e é essa escolha, mais que qualquer outra, que define o valor do orçamento.
a zona de impacto
A parte que recebe pedrisco. É por onde quase todo mundo começa.
sem linha de corte
O mesmo kit, só que sem emenda atravessando o capô.
lataria inteira
Toda superfície pintada coberta, do capô à tampa traseira.
sob medida
Só o que você quer, na peça que você quer.
Dá pra começar pela frente e ampliar depois: filme novo casa com o que já está aplicado. E dá pra começar menor ainda — uma soleira, a volta da maçaneta, o farol. O que a gente não faz é vender cobertura que o seu uso não pede.
Acabamento e garantia
O corpo do filme é o mesmo nos cinco — mesma espessura, mesma resistência. O que muda é o que ele faz com a aparência da peça, e junto com isso muda o prazo que o fabricante assume.
A garantia é do fabricante do filme, vale pro primeiro dono do veículo e cobre perda de brilho, craqueamento, descolamento e amarelamento. Quem aciona o fabricante somos nós: você não abre chamado, não manda amostra e não rastreia protocolo — traz o carro. Em troca, o filme pede uma revisão a cada 12 meses pra manter a cobertura, e a gente avisa quando chega a data.
Como aplicamos
Em PPF não existe refazer discreto: o filme é cortado no molde da peça, e uma partícula presa embaixo dele fica ali até a peça inteira ser trocada. Por isso a maior parte do nosso tempo vai antes do filme encostar no carro.
Olhamos o carro, entendemos onde ele roda e definimos a cobertura junto com você. Carro que já rodou pode precisar de preparo de pintura antes do filme — se for o caso, você fica sabendo na avaliação, não depois.
Lavagem técnica e descontaminação de toda superfície que vai receber filme. Qualquer resíduo que sobrar embaixo do PPF vira um ponto visível permanente.
O filme é cortado em plotter, pelo molde digital do seu modelo, fora do carro. Nada de lâmina encostando na pintura.
Box fechado, sem vento e sem poeira em suspensão. As bordas são assentadas dentro do vinco da peça, que é onde o filme desaparece.
Conferência peça por peça, orientação dos primeiros 30 dias e a primeira revisão já marcada junto com a entrega.
Depois da aplicação
PPF recém-aplicado ainda está assentando, e nesse período ele faz coisas que assustam quem não foi avisado. Nada disso é defeito — mas você precisa saber antes, não na hora em que acontece.
Cuidado permanente: lavagem semanal com shampoo automotivo neutro; lavadora de pressão com o leque aberto e a pelo menos um metro da superfície e das bordas; cera de carnaúba líquida pode. O que não pode é removedor de mancha, solvente e combustível sobre o filme.
P·01 · avaliações no Google
Quem escreve é quem já contratou o serviço, no perfil público da RFilmes. Dá pra ler tudo antes de pedir o seu orçamento — é o que o cliente diz depois da entrega, não antes.
Ver as avaliações no GoogleDúvidas
Na linha transparente, não. Ela passa mais de 90% da luz e trabalha com haze abaixo de 0,80 — o que se vê é a pintura de fábrica. O que existe é a borda: onde o filme termina, ele termina. Por isso o recorte é fechado dentro do vinco da peça sempre que a lataria permite.
Não. Some o risco leve, o que ficou na camada de cima: teia de lavagem, arranhão de unha, marca de roçado. Risco que atravessou o filme não fecha — o filme recebeu no lugar da pintura, que era o trabalho dele, mas a marca fica. Nesse caso a peça de filme se refaz sem ninguém mexer na tinta.
Não, e na maioria dos casos não é o que faz mais sentido. A frente concentra o impacto de pedrisco, e é por onde quase todo mundo começa. Dá pra ampliar depois: filme novo casa com o que já está aplicado.
Manda o modelo e o ano no WhatsApp: a gente responde com as coberturas que fazem sentido pro seu uso e o valor de cada uma. Dá pra começar por uma peça só, e o pagamento divide em até 10 vezes sem juros.
Dá: em até 10 vezes no cartão de crédito, sem juros. O número de parcelas e o valor de cada uma vêm junto com o orçamento, pra você ver como fica antes de decidir qualquer coisa.
A pergunta certa não é quanto vale o carro, é quanto tempo você pretende ficar com ele e onde ele roda. Carro popular que faz rodovia toda semana come o mesmo pedrisco — e uma repintura pesa mais no bolso de quem comprou um carro de valor menor. Em compensação, ele tem menos área pra cobrir: a frente sai mais em conta.
Depende da cobertura — um kit de frente e um carro inteiro não são o mesmo trabalho. O prazo fecha no orçamento, junto com a data. A gente não começa sem você saber quanto tempo vai levar.
Serve. A diferença é o preparo: pintura que já rodou pode pedir correção antes do filme, porque o PPF preserva o estado em que encontra a peça. Se for o caso, a gente diz na avaliação.
Sai, e não estraga. A remoção é feita com calor, por aplicador, e a pintura embaixo fica como estava — que é justamente o ponto: a área protegida chega lá na frente mais preservada que o resto do carro.
Shampoo automotivo neutro, uma vez por semana. Lavadora de pressão pode, com o leque aberto e a pelo menos um metro da superfície e das bordas. Cera de carnaúba líquida pode. Removedor de mancha, solvente e combustível sobre o filme, não.
Tem, e é do fabricante do filme: 10 anos nas linhas transparente e preta, 5 no fumê de farol e 3 no teto solar. Cobre perda de brilho, craqueamento, descolamento e amarelamento. Quem aciona o fabricante somos nós — você traz o carro. Pra manter a cobertura, o filme pede uma revisão a cada 12 meses, e a gente avisa quando chega a data.
Dá, e é o jeito de fazer isso sem repintar. A linha fosca transforma pintura brilhante em acetinada e protege ao mesmo tempo. Se um dia quiser o brilho de volta, o filme sai e a pintura original está lá.
Orçamento
Com isso a gente já começa. Você recebe as coberturas que fazem sentido pro seu uso, o valor de cada uma — da peça avulsa ao carro todo — e o parcelamento em até 10 vezes sem juros no cartão. Sem formulário, sem cadastro, sem ligação de vendedor.
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